Marcos, 23 anos, namora a Di, tem uma gata chamada Sofia. Adora música, cinema, HQs, livros, séries de TV, videogames e tudo que é gadget.
Estuda cinema na FAAP, tenta fazer filmes e assiste tudo que tem chance.
Acumula CDs, DVDs e HQs pela casa.
Sonha em ter um quarto só de depósito. Toma banho quente até no calor e água gelada e sorvete até no frio.
Paulista, paulistano e são-paulino.
Fã de mais bandas e filmes do que dá pra citar. (é melhor perguntar)
Bom, se pretendo dar continuidade a este blog, devo começar a achar assuntos para falar. Não estranhe se eles forem geralmente filmes, videogames, HQs, TVs, livros e, de vez em quando, política ou futebol. Quer dizer, o que mais seriam eles?
Então recentemente eu comprei um XBox. Usado. Passei para o lado negro! =O Quer dizer, não exatamente. A minha maior motivação para comprá-lo foi a possibilidade de ter um tocador de DivX (além de DVDs), no meu quarto. Não pretendo virar um seguidor de Bill Gates ou coisa parecida. Todas as críticas que eu havia feito ao XBox ou à M$ continuam válidas. E não pretendo dar um centavo para eles. Vou continuar comprando meus jogos para o meu bom e velho GameCube. Não me impressionei muito com os jogos que joguei no novo videogame. Foram eles: Gun, Burnout Revenge, Star Wars Battlefront II e Pro Evolution Soccer 5. Nenhum deles é exclusivo para o XBox e o único que me agradou realmente foi o SWBF2. No final das contas, continuo não gostando da filosofia da empresa, que se extende ao seu console e ao tipo de jogo lançado para ele. Para mim, GC ainda é o melhor console desta geração (com o PS2 em segundo). Não pretendia investir em um 360, e agora tenho certeza de que não o farei. No final das contas, estou contente por ter um DivX player no meu quarto. O XB cumpre essa função bem, e é realmente uma mão na roda! Os jogos dele são um agradável bônus, mas nada que mude minha vida. Meu DS ainda é o que mais jogo por aqui!